Brad Pitt diz que os salários milionários acabaram...


O ator insiste que ele já não tem liquidez suficiente para fazer alarde sobre os salários das estrelas do momento, marcadas pelas consequências da crise financeira.

Ator explica que, com a crise económica mundial, já não existem salários de mais de 10 milhões de dólares em Hollywood

A crise económica também está a bater à porta de Hollywood. Em declarações à BBC, Brad Pitt revelou que acabaram os dias em que os atores recebiam mais de 10 milhões de dólares (7,8 milhões de euros) por filme.

«Essas contas já não funcionam assim, hoje em dia esse tipo de contrato não existe», explicou o ator norte-americano.

Pitt, que segundo a revista «Forbes» faturou cerca de 19,6 milhões de euros durante o último ano, afirmou ainda que Hollywood vive um «período interessante».

«Muitos dos estúdios têm enfrentado desafios por causa da crise económica, por isso têm apostado mais nas grandes produções. Ao mesmo tempo, isso abre espaço para realizadores muito interessantes», disse.

Nos últimos tempos, Brad Pitt participou em «A Árvore da Vida», «Moneyball - Jogada de Risco», «Happy Feet 2» e o novo «Killing Them Softly» (estreia em novembro). O ator de 48 anos contou à BBC que, cada vez mais, aceita «os papéis pelos papéis». «E depois tentas equilibrar a parte económica, como toda a gente faz», acrescentou.

Segundo a BBC, há cada vez mais atores a trocarem salários milionários por uma fatia dos lucros dos filmes em que participam. Um risco que pode ser calculado e que tem valido várias dezenas de milhões de euros a estrelas como Johnny Depp e Robert Downey Jr. dado o sucesso comercial de «Piratas das Caraíbas» e «Homem de Ferro».

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